Caso trágico gera atenção no Facebook

Nas últimas 24 horas houve 1946 novas publicações sobre a Covid-19 nas páginas de Facebook portuguesas, que geraram um total de mais de 149 mil interações. A história de um homem que morreu à espera de fazer o teste à doença parece ter sido aquela que suscitou mais reações dos utilizadores do Facebook. Tanto o Correio da Manhã como a CM TV obtiveram muitas interações com essa história. Rui Moreira, presidente da Câmara Municipal do Porto, chegou ao Top3 com o anúncio da desativação do hospital de campanha e a Direção-Geral de Saúde obteve destaque com uma publicação sobre as medidas de prevenção e controlo e com a habitual conferência de imprensa transmitida em direto.

O homem que morreu à espera de fazer o teste à parece ter sido o que suscitou mais reações dos utilizadores do Facebook

Nos grupos de Facebook portugueses sobre a Covid-19, a atualização dos números da pandemia foram um tema de interesse, assim como as possíveis variações da doença para outros tipos de sintomatologia. Mas a publicação que gerou mais interações foi uma descrição pessoal de um dia típico com três crianças em idade escolar. Ao todo são monitorizados 22 grupos, que publicaram 227 publicações nas últimas 24 horas.

Nos grupos de Facebook a atualização dos números da pandemia foram tema de interesse

No Twitter foram publicados, em Portugal e nas últimas 24 horas, 4821 tweets e retweets contendo referências à Covid-19. Entre os autores mais influentes – ou seja, os que foram mais retweetados – encontramos o Primeiro-Ministro e o líder da oposição, Rui Rio, que fizeram ambos tweets sobre o assunto, mas também duas contas com conteúdos de humor. Entre as contas que mais tweets e retweets fizeram sobre o assunto estão o jornal Destak, a agência Lusa e o utilizador @marciojmsilva.

o Primeiro-Ministro e o líder da oposição foram dos mais retweetados

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Desde 9 de maio, início deste projeto, que os psicanalistas da Sociedade Portuguesa de Psicanálise se envolveram na tarefa de criar pequenos textos, nos quais a vivência subjetiva do momento ganhasse forma em palavras, em pequenos textos de variados ritmos, recorrendo frequentemente à arte expressa por escritores e poetas. Falaram sobre o medo, o tempo suspenso, a morte, a angústia, a esperança, a criatividade, o amor, a solidariedade e o cansaço. Falaram também da violência humana e da injustiça, do sentimento de impotência e de ilusão.
Dia a dia, criaram textos que falavam de si e dos outros, numa procura de sentido e de sentires. Tentaram dar nome à inquietante estranheza que brutalmente nos invadia.
O imenso testemunho de que todo este projeto fala perdurará para além deste momento marcante da nossa história mundial, nacional e pessoal. Para o conjunto dos membros da nossa Sociedade Portuguesa de Psicanálise este tem sido um tempo e um processo de aprendizagem, de coesão, de partilha, de exposição e de transformação, no encontro com o outro, da relação existente e imaginada com o possível leitor.
Este foi um dos projetos em que nos envolvemos por acreditarmos que a Psicanálise pode e deve participar mais activamente na comunidade, nomeadamente, em momentos em que o Ser Humano é obrigado a sofrer e a realizar alterações tão profundas na sua vida.
Falámos de pesadelos e de histórias tranquilizadoras, da criatividade e generosidade humanas e muito, mas muito, do desejo de saber e de participarmos na construção do pensamento e do conhecimento. E não há conhecimento sem verdade, por mais dolorosa que ela seja. Desistir das falsas ilusões é conhecer a realidade e poder criar e lutar por sonhos, ainda que por vezes estes possam parecer utopias.
“Transformar é Viver” significa para nós que Viver é sempre Transformar, mesmo quando não temos consciência de o estarmos a fazer.
Até sempre!

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