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O que é o programa Adaptar?

O Programa Adaptar contempla apoios para as micro, pequenas e médias empresas se ajustarem às regras do desconfinamento. O Adaptar visa apoiar as empresas...

Desconfinamento sim, mas com autovigilância

Visto que os números oficiais de infetados, internados e mortos se mantêm estáveis, a mensagem oficial da DGS focou-se nos sinais encorajadores face às medidas de desconfinamento. No entanto volta a reforçar-se a ideia de ser imprescindível manter a monitorização sistemática da situação e o alerta de que o retomar de atividades vai depender do comportamento cívico e da autovigilância, mesmo se não podemos deixar que o medo impeça a retoma.
Como são muitas as dúvidas sobre os tempos futuros, a comunicação oficial deixa claro que a normalidade total só será alcançada com a cura ou vacina, daí a importância de cumprir regras. Mas é também reforçado que o confinamento também tem efeitos adversos, do ponto de vista psicológico ou mesmo em casos de violência doméstica e, portanto, o desconfinamento gradual é importante para continuar a proteger as pessoas.
Quando se está prestes a reabrir escolas, creches e mais lojas, a testagem continua a ser uma prioridade, nomeadamente na realização dos rastreios em creches e lares, de forma a garantir segurança na abertura.

Quando o medo entra pelo dentro de nós, o tempo suspende o seu devir lançando-nos para um agora sem fim. Tudo pára, menos o medo que se agiganta e nos inunda. Só ele existe. Paralisados e impotentes não somos mais nós mas apenas um nada.
Quando o medo entra pelo dentro de nós, também podemos ficar com tanto medo que nos viramos ao contrário. Não temos medo, somos invulneráveis, omnipotentes, tudo sabemos e tudo podemos. Não somos mais nós, somos deuses.
Na verdade não somos um nada e também não somos deuses. Apenas humanos. Não somos senhores do mundo, inter-relacionamo-nos com ele. Somos fortes e vulneráveis. E temos medos. E o medo, tal como o sal e a pimenta q.b. nas receitas culinárias, é um tempero que pode enaltecer os sabores. No momento presente, em dose adequada, permite-nos abrir a porta de casa, sair para a rua e extasiarmo-nos com o verde esfusiante da primavera sem nos esquecermos de nos proteger a nós e aos outros.

O antidepressivo à base de fluvoxamina cura a Covid-19?

INCORRETO - Uma das falsas alegações que circulam nas redes sociais é que o medicamento antidepressivo à base de fluvoxamina cura a Covid-19, mas...

Ainda é cedo para relaxar

Apesar dos primeiros dados após o desconfinamento serem “positivos”, Portugal continua a aumentar o número de testes e não se deve relaxar nas medidas de minimização do risco de contágio. Esta foi a principal mensagem passada na conferência de imprensa diária sobre a pandemia, mas também pelas declarações posteriores do Primeiro-Ministro, António Costa.
Esta mensagem do boletim diário da DGS foi reforçada por números positivos em várias áreas: já se realizaram até ao momento mais de 600 mil testes; 13 de maio foi o dia em que se realizaram mais testes (17500); Portugal continua a aumentar o número de testes realizados; os primeiros dados (que não são um balanço) após o desconfinamento (a 4 de maio) apresentam redução no número de doentes em tratamento hospitalar (17%) e em unidades de cuidados intensivos (16%), e um aumento dos recuperados (90%); a RT total dos últimos 5 dias é de 0,97 (cada pessoa infetada contagia menos de uma pessoa), com variações regionais pouco significativas.
Tais dados não significam um relaxamento no cumprimento das medidas de minimização do risco de contágio. Foi deixado claro que existe monitorização permanente do surto e acompanhamento das medidas, de forma a criar uma margem de segurança.

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